"Felicidade não é o destino final, mas a apreciação da viagem."
Esta frase não nos soa estranho não é mesmo. O grande desejo da humanidade de forma geral é a busca da felicidade, podemos até achar que queremos dinheiro, saúde, um companheiro mas enfim todas estas conquistas ou fatos da vida só são muito importante porque julgamos que eles nos trarão felicidade.
mas o que é felicidade? um estado de espirito...um momento apenas... as vezes não somos mais felizes porque nós mesmos bloqueamos nossa felicidade por estarmos numa busca constante deste sentimento, achamos que seremos eternamente felizes como nos contos de fadas, sabe..."e foram felizes para sempre" as crianças escutam estas histórias e esperam que sejam felizes para sempre e começam uma empreitada em busca de tal sentimento, e muitas vezes também em busca do principe encantado ou do pote de ouro no final do arco íris, estamos acostumados a almejar coisas que na realidade não existem, ninguém por melhor que seja é feliz todo o tempo temos aqueles períodos de mau humor, de tédio muitas vezes, e isso é normal não quer dizer que a pessoa seja infeliz.
pessoas as vezes falam sou tão infeliz porque não tenho um namorado ou marido, e continuam... gostaria muito de conhecer alguém que fosse bonito, alto, forte, musculoso, inteligente, rico, que me adorasse, que fosse tudo de acordo com os sonhos dela, que nunca entrasse em desacordo, etc, etc... será que essa pessoa existe? existe uma grande diferença no que imaginamos e na realidade, queremos muitas vezes transpor nossos sonhos para as outras pessoas, só que esquecemos que essas pessoas possuem seu próprios sonhos e que muitas vezes não coincidem com os nossos, então pronto, o mundo se acaba, o nosso castelinho cai por terra e nós nos achamos o mais infeliz dos seres humanos.
Costumamos também dar muito mais importância aos fatos ruins, e menos aos bons, é como se acostumassemos bem mais rápido aos bons sentimentos do que ao contrario.
a felicidade é bem democrática mas temos que aprender a sentir, buscar, compreender de forma subjetiva. deveriamos ser ensinados a ser felizes quando criança, afinal nos ensinam que temos que estudar, que trabalhar, constituir uma família, que devemos ser educados, por que ninguém nos ensina como sermos mais felizes ? acaba-se criando uma expectativa em relação a isso, então quando eu terminar os estudos serei feliz, quando eu estiver trabalhando serei feliz, quando me casar serei feliz, e a vida vai passando e onde está a tão esperada felicidade? ficamos tão preocupados com os objetivos da vida, que não prestamos atenção, a esses momentos de felicidade que as vezes passam despercebidos, é acordar e olhar o sol, é estar num lugar agradável é uma conversa de cinco minutos com uma pessoa, pode ser até ver uma árvore ou uma plantinha, qualquer momento que possa parecer "bobo" pode e trazer felicidade, agora esperar por objetivos para ser feliz, objetivos sempre teremos, quando alcançarmos um, arrumaremos outros então isso será um ciclo eterno de uma busca infundada a um sentimento que está na nossa frente mas que muitas vezes não o percebemos.
Adriana
4 comentários:
Oi Adriana!
Felicidade é aceitar a vida como ela se nos apresenta; é não remar contra a maré dos eventos, e enfrentar o facto de que tal como as marés mudam também os acontecimentos mudam...e não há nada a fazer!
Felicidade é aceitar o próximo como ele é, sem tentar impôr a nossa visão de uma pessoa perfeita!
Felicidade é conhecermo-nos a nós próprios, é enfrentarmo-nos ao espelho e ter a coragem de nos criticarmos - só assim poderemos compreender os outros, e ser feliz!
Cheers!
EI Adriana!
isso é verdade mesmo!
NOs preocupamos com o montarel de coisas que temos que fazer durante a vida, que esquecemos de priorizar a mais importante: nossa felicidade!!
Aproveitando o assunto!!
FElicidades e um ótimo fds!!
A eterna busca da felicidade pelo homem
Geraldo Felício da Trindade – trindadefilosofia@yahoo.com.br
Quando se olha para o mundo atual, vê-se a tristeza e o desânimo estampados nos rostos das pessoas. Vê-se homens e mulheres que batalham arduamente para alcançar metas materiais e esquecem-se da meta essencial da vida: a felicidade. Lutam para conseguir sua satisfação financeira, gastam suas forças, suas energias e quando conseguem seu objetivo já não dispõem de vitalidade para saborear suas conquistas.
Alvoroçados, correm para ter o melhor carro, a melhor casa, o melhor celular... Deixam de conjugar verbos, como cooperar e solidarizar, para, ao contrário, conjugarem os verbos competir e individualizar. Frente à essa realidade, ninguém deve impressionar-se com o exorbitante número de famílias desagregadas, com o excesso do consumo de drogas e com a prostituição.
As pessoas desperdiçam suas vidas correndo desesperadamente atrás de miragens. Metaforicamente, em pleno deserto buscam a felicidade nos falsos oásis. Embora saibam que o seu poder econômico, político ou seu status são passageiros, a maioria se ilude construindo castelos de areia, na ânsia de acumular. Esquecem-se de que o vento pode varrer todo o deserto e destruir seu frágil castelo.
Contraditória capacidade do homem: pensar! Sabem que pouco valor tem a quantidade, mas insistem. Correm atrás do maior número de conquistas, como viagens e festas, mas perdem a oportunidade de escutar o que fala seus corações. Buscam no outro a segurança para si e, no exterior, o amor, a tranqüilidade e a paz. Parece-lhes o mais fácil, o mais cômodo, porém, esquecem-se de que só encontrarão tudo isso dentro de si mesmos.
Pode-se dizer que já ultrapassamos a era da modernidade e estamos ingressando no que se pode chamar de "era da comparação". Compara-se o dinheiro, o status, o reconhecimento, a fama, a beleza... As pessoas aderem cada vez mais aos valores que a sociedade impõe, sem ao menos saber se tais valores podem realizá-las.
A felicidade, nos dias atuais, é colocada como meta e enquanto procura-se alcançá-la perdem-se os verdadeiros momentos felizes. Na verdade, a felicidade não é nada mais que um filme que reúne os diversos momentos da vida. Essa é a dinamicidade da existência humana: tanto alegria, quanto dor.
Nossa Adriana, como é bom ler um texto tão bonito e tão verdadeiro como este.
Como pode uma pessoa ter tanta sabedoria para expor uma idéia tão vital quanto a própria vida.
Busco em meu blog, escrever algo de tamanha magnetude , mas confesso me falta ainda caminhar por uma lonnnnnnnnga estranha.
Por enquanto estarei seguindo as pessoas que já atingiram a iluminação neste mundo.
Muito obrigado por existir e nos fazer pensar com os teus textos relevantes.
Agradeço a deus por existirem e nos dar o previlegio de estar seguindo e aprendendo algo com voce!
Ao teu lado caminharei na eterna condição de um aprendiz.
NAMASTÊ!
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