Viajando no blog
Com passagem apenas de ida para o mundo das letras
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Coma e seja feliz /resenha
"Coma e seja Feliz" é um livro de 373 páginas escritas por Elizabeth Somer, que ao longo de seu desenvolvimento vai dando dicas de uma alimentação saudável que prioriza a felicidade e não só uma busca irracional por um padrão estético imposto pelo mundo atual.
O livro está dividido em 14 capítulos sendo os 11 primeiros entitulados como segredos. Segredo número 1, 2 e assim por diante e os restantes dão enfase a dieta do bom humor, e receitas que levam a este estado. A narrativa é bastante leve mas ao mesmo tempo fornece conhecimento sobre nutrição, neurologia, efeitos que os alimentos provocam no organismo, e em cada capítulo dá dicas de cardápios e mundaças de hábitos alimentares.
Alimentar-se vai muito além de comer, é uma questão de escolha, que envolve bom senso, e dependendo da escolha isto trará prejuizo ou benefício ao organismo, e como atuamos de forma complexa e interligada, a nutrição responde de forma direta a felicidade.
Qual o propósito da vida? a busca da felicidade? se for...a autora recomenda, trate de mudar suas escolhas alimentares, pois estas poderão deixá-lo mais feliz ou até meio triste.
"Você é o que você come" com essa afirmativa Elizabeth, dá inicio as explicações de como nos fazemos mal com nossas escolhas. Afinal trocar leite por refrigerente ou uma alimentação balanceada por fast-food terá alguma consequencia.
Mais adiante explica a estreita relação entre carboidratos e serotonina, os doces e o "barato"que eles provocam pode ser algo traiçoeiro.
Porque nos deixamos enganar com tantos alimentos industrializados, que são calorias vazias sem algo que realmente nos fará bem?, porque trocar uma fruta por batatas fritas, ou por sucos industrializados em caixas.
Temos que voltar a comer comida de verdade para nos sentirmos melhores, mas o que é comida? somos constantemente bombardeados com as intenções do mercado, que quase esquecemos, do que é realmente comida, e comemos de tudo que vendem nos mercados, cheios de sal, cheios de gorduras, cheios de açucar, mas então vem a questão do bom senso, o que devemos comer?
No livro em cada capítulo a autoras especifica o que é melhor como distribuí-los nas refeições e o seu ganho e perda de peso ao longo do tempo.
E desta forma ela vai desvendando os segredos dos alimentos e suas consequencias para o nosso humor.
O livro é interessante, pois nos dá uma visão de como nosso metabolismo age de acordo com cada alimento, qual a consequencia de seu uso e quais os efeitos a longo prazo, é recomendável a todos que buscam uma vida mais saudável, que querem manter-se em forma e mais feliz.
Adriana
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
O gondoleiro do Amor
Como as noites sem luar...
São ardentes, são profundos,
Como o negrume do mar;
Sobre o barco dos amores,
Da vida boiando à flor,
Douram teus olhos a fronte
Do gondoleiro do amor;
.
.
.
Teu amor na treva é - um astro,
No silêncio uma canção,
É brisa - nas calmarias,
É abrigo - no tufão;
Trecho do poema "Gondoleiro do amor"
Espumas Flutuantes
Castro Alves
Um olhar, um mistéiro, sentimentos
que não se previam, que não se
sabiam, escuridão...
Sem saber quais caminhos trilhar,
sem ilusões sobre o que o amor podia dar.
Navengando, naufragando, às vezes,
sem uma luz ou luar,
só ondas que levam e trazem,
sentimentos sem julgar,
alguns insistindo em maltratar
e em escurecer ainda mais este olhar.
e pediam a alguém que os conduzissem
neste mar,
que levassem a calmaria
a praias tranquilas,
que os deixassem brilhar.
Adriana
domingo, 8 de janeiro de 2012
Num Balão
Leve, calmo, suave , mas alto, tão alto que muito poderia ver.
Paisagens surreais, lagos gigantes, montanhas sossegadas.
Quem sabe ruinas, arruinadas, civilizações que foram, e hoje só lembraças, ou páginas de livros.
Quero sobrevoar o mar, ah o mar! como é grande! imenso, um mundo a parte, onde abriga escondido em algumas fendas os monstros do passado, o berço da humanidade.
Um barquinho bem pequeno veria perto de uma praia tranquila, pescadores talvez seriam, trabalhariam e buscariam seus sustentos, mas acho que não, poderiam estar a caça de sereias, seres mitologicos... seriam piratas? não...
Mas a frente uma floresta gigantesca se estenderia como um tapete, seria incrivel! mas acreditem pareceria um gramado, verde, muito verde...a espera de crianças brincando, bolas saltando, piquiniques, pique-esconde, buburinhos, gritinhos de alegria, ali a vida renasceria, em cada folha, em cada árvore uma esperança, uma promeça.
Meu espaço é pouco, num cesto eu viajo.
Viajo por letras de todos os livros que já li.
Sentaria um pouco, tudo seriam tão intenso que num momento precisaria olhar para mim.
Me ver ali naquele balão. E veria, tudo que seria estaria ali, dependurado, amarrado a algumas cordinhas que sustentariam toda uma vida.
Olharia para cima e veria o fogo...o fogo da vida, que queima, que arde em chamas que me torna eu.
O que buscaria dentro de mim se revela por fora...
E olharia para baixo mais uma vez agora voando baixo, veria num sobressalto, dois olhares que me comtenplariam, dois que seriam um, mãos dadas, vidas unidas, e erguidas num só sopro, que belíssima visão seria, neste momento perceberia que as nuvens me cobririam e aos poucos eu sumiria como numa visão...
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Fotopinturas/ Arte
http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2213/fotopinturas-colecao-titus-riedl-retratos-cultural-popular
A fotopintura é uma típica arte popular brasileira, com fortes influencias nordestinas, seus autores (fotopintores) são chamados de bonequeiros, atuavam ampliando as fotografias, mudando as cores, davam uma repaginada geral na foto, que quase sempre iam parar num porta-retrato ou num quadrinho na parede.
Hoje na era photoshop, estes artistas estão quase em extinção, porém seus trabalhos contam um pouquinho de nossa história e cultura.
Essas fotos falam de histórias de famílias, davam a oportunidade de homens humildes aparecerem na foto de terno e gravata, juntavam pessoas vivas com seus antepassados já falecidos e que as vezes nem viveram na mesma época.
A técnica foi inventada em 1863 por André Adolphe Eugène Disdéri.
O vídeo abaixo fala um pouco mais desta arte.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
O ladrão de Raios- Resenha
Primeiro volume da saga Percy Jackson e os Olimpianos, O Ladrão de Raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.
O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos - terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.
O Ladrão de raios é o primeiro livro da saga de Percy Jackson de Rick Riordan, um livro infanto-juvenil que mistura aventura, ação e muita mitologia.
O livro é escrito em primeira pessoa dando um caráter bem pessoal, como se fosse uma conversa com o leitor, o próprio Percy contando suas aventuras ao pé-do-ouvido.
Percy inicia sua narrativa contando suas desventuras na escola e suas dificuldades com a dislexia, fala de seu melhor amigo Grover e logo no inicio trava uma batalha com a professora de matemática, que na verdade
é um ser mitológico mandado para acabar com sua vida, Percy precisa fugir e com a ajuda de sua mãe foge e tem que enfrentar um minotauro e acaba indo parar no acampamento meio-sangue onde começa a conhecer sobre sua origem, sobre sua identidade e a de alguns amigos.
Com o passar dos capítulos a narrativa concentra-se no cotidiano do acampamento e nas histórias mitológicas envolvidas, até que Percy fica sabendo que o raio de Zeus foi roubado e ele era o principal suspeito, depois disso ele recebe a missão de sair em busca do raio, passa por diversos acontecimentos até chegar ao submundo, e lutar com deuses e monstros.
O livro é interessante porque é um livro de aventura num contexto mitológico totalmente inserido na contemporaneidade, mas quem pretender ler achando que o livro é uma narrativa fiel do filme está enganado, parecem até histórias diferentes, existe uma mesma linha, mas o livro é bem mais descritivo e com partes até diferentes das do filme.
O livro é interessante para crianças e jovens interessados em literatura fantástica, aventura com um toque de conhecimento e claro para os adultos que não tem vergonha de admitir que adoram o gênero.
Rick Riordam é o autor do livro, nasceu no Texas, recebeu várias premiações e escreveu diversos best- sellers
Adriana
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Feliz Natal
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Você gosta de papel de parede?
você gosta de papel de parede?
Foi com esta pergunta no mínimo estranha que ele falou com Ana pela primeira vez.
Era setembro, clima agradável, uma brisa leve e refrescante passeava entre as flores que surgiam pelos jardins.
Ana andava apressada, compenetrada segurando com desenvoltura, livros, cadernos e mais uma infinidade de trecos que necessitaria na aula de artes, caminhou até o ponto de ônibus, música nos ouvidos, cabelos longos sobre os ombros, olhos brilhantes que mostravam seus primeiros passos na juventude, saia, blusa de gola, ombros a mostra e mil pensamentos embalados na mente, foi quando uma voz a trouxe de volta ao mundo.
___Você gosta de papel de parede?
A princípio, Ana achou que não era com ela, não respondeu.
Ficou atenta, não pela pergunta mas pela surpresa de ter sido perguntada.
___Você gosta de papel de parede?
Era com ela. É estranho o efeito que um gesto inesperado pode causar numa pessoa. Ele não era gordo nem magro, nem alto nem baixo, cabelos castanhos cortados, jeans, tênis, vinte e poucos anos bem distribuídos e aproveitados, olhar a esmo como se refletisse filosoficamente sobre sua solene pergunta.
Ana balbuciou qualquer coisa sem importância e sem sentido, não sabia sobre papeis de parede, mais a pergunta a intrigou.
Os olhares se cruzaram e momentaneamente se questionaram sobre coisas distintas, ele na ânsia de ser respondido e ela na imensa curiosidade de ter sido perguntada, afinal o todo foi abalado,
Os olhares se afastaram e viram que ônibus distintos haviam parado, pessoas entrando e saindo mentes inertes vivendo o inevitável.
O dia assumiu seu rumo, livros, lições, leituras, amigas, papo, gente falando, gente correndo, gente trabalhando...
Outro dia nasceu, outra vez Ana viu-se na rotina de seu caminho, andou agora menos dispersa, o coração estranhamente bateu, a mão suou sobre o livro, mas porquê? No ponto as mesmas pessoas, os mesmos assuntos e nada...olhou para os lados na esperança que ele retornasse e se ele não aparecesse nunca mais, como ela conseguiria sobreviver com a incerteza do porquê daquele questionamento.
O ônibus no ponto, novamente gente entrando, ficou atrás, mas não aconteceu, entrou no ônibus meio decepcionada com o destino, destino este cruel que tinha lhe mostrado a cara e em seguida saído de fininho, sentou. Pessoas ainda entravam, se acotovelavam e se encaixavam nos espaços vazios, Ana olha pela janela, o ônibus da a partida e nada... o dia passa normalmente mas aquilo não lhe saia da cabeça deveria saber mais sobre papeis de parede? E se ele a perguntasse novamente seria interessante que soubesse algo sobre o assunto, mas por outro lado aquilo tudo poderia ser uma grande besteira, ele poderia nunca mais aparecer, ele nem sequer poderia lembrar de seu rosto, será? Mas Ana resolveu arriscar, pesquisou durante a tarde e viu uma infinidade de papeis, de bolinhas de florzinhas, rosas, azuis, mas porque aquilo? Ela não gostava nem um pouco de papel de parede, acho que seria mais interessante se ela falasse a verdade.
A tarde passou bem, saiu com amigos foram a lanchonetes, visitou um museu, mas seu mundo não era mais o mesmo...
Alguns dias se passaram, e nada daquele que ela esperava, passou vários dias, e como o tempo é implacável, esqueceu.
Mais uma manhã e Ana caminha com seus livros na mão, calça branca, sandália rasteirinha, uma pasta, pinturas, desenhos à carvão, aquarelas recém pintadas, para no ponto, gente falando, vários assuntos, burburinho, freios, buzinas, músicas aos ouvidos, que refúgio!
Uma mão a toca no ombro, os fones caem com uma virada súbita de cabeça
E então você gosta ou não de papéis de parede?
O ar lhe faltou neste momento, a vários dias que ela sabia exatamente o que dizer, mas agora! Agora ela não esperava.
___Si- si sim eu gosto, respondeu mesmo não sendo a verdade.
Um olhar meio confuso.
Ana começou a discursar, falou tudo que tinha pesquisado sobre o assunto, as últimas tendências, cores, modelos modos de aplicar, mas cada vez mais via um olhar distante, diferente daquele dia.
___Então você gosta. Porque eu não gosto muito e minha decoradora quer colocar no meu quarto, mas como você gosta tanto talvez eu coloque, quer tomar uma café comigo para conversarmos mais sobre o assunto?
___Adoraria.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Uma porta entreaberta
Uma porta entreaberta, um perfume inebriante escapava daquele lugar, a cena estava intacta, lençóis brancos caiam da cama travesseiros por todos os lados, todo o ambiente era em tons pasteis, exceto um buque de rosas vermelhas que ainda na cabeceira repousava num jarro com um pouco de água, as rosas já maduras abriam-se e algumas pétalas jaziam ao chão, mas sua exuberância e frescor ainda estavam presente. Um braço pendia da cama muito claro e bem torneado, entregue a um profundo sono. As cortinas balançavam deixando uma refrescante brisa no ar, cortinas de renda leves e soltas num continuo balançar exibiam rapidamente o exterior, de forma que se via mas não se deixava explicar.
Um abajur na mesinha à esquerda, que intrigante aquela peça! Sem luz para não atrapalhar o momento... nem um som se ouvia... silêncio, que as vezes era quebrado com os suspiros da respiração noturna, um tapete, uma paisagem na parede, uma praia distante, com coqueiros e sol no horizonte, moldura clássica, tela assinada e colocada em destaque, no quarto se via pouco, mas se imaginava muito, um livro no chão ainda não lido páginas abertas expondo... do lado do abajur uma taça, canetas...
A cortina no seu balançar dava nuances no chão, a renda semitransparente deixava a claridade presenciar o ambiente, que entrava sem pudor e preenchia os cantos mais obscuros daquele lugar.
De repente o inesperado, uma borboleta, azulada entra e borboleteia pelo quarto, sobe e desce batendo incansáveis asas, beija as rosas que ao seu toque movimentam-se lentamente e continua sua busca metamórfica pelo melhor lugar, quando encontra aquele corpo que repousa e nele resolve pousar, aconchegando suas asas e a convidando a se transformar.
Adriana
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Nas tramas da vida
O dia já se passara e com aqueles últimos raios que ainda clareavam precariamente a varanda dona Neca tecia seus últimos pontos na imensa colcha de crochê que a meses se dedicava.
Ponto aqui outro ali apertava a vista que muito já não ajudava para aproveitar esses últimos momentos, aquela sim, seria uma bela colcha, de muitas que fez durante sua vida, vida longa, sofrida, passada com sacrifícios para criar os filhos, agora já não tinha muito valor, estava ali meio que esperando que algo maior lhe acontecesse, que tirasse aquele peso que sentia no corpo, talvez o peso de sua história contada e vivida através de cada ruga de seu rosto, quantos momentos vividos, muitos sonhos se foram sem ao menos serem iniciados e quantos outros que ela desistiu de sonhar por achar que não valia mais a pena, mas se tinha algo que a fazia mergulhar em seu mundo era seus bordados, tecia crochê, macramê, ponto cruz, mas os tempos mudaram na sua época isso tinha valor, mulher ficava em casa cuidava dos filhos e tecia, tecia, Neca nunca se enquadrou muito nos padrões ela se achava sempre na contra mão, ficar em casa não foi para ela, teve de criar seis filhos sozinha encostando a barriga no tanque e no fogão, lavava roupa pra fora, se virava como dava, hoje não, não tinha mas filho para criar, não tinha mas tanque, pelo contrário seu filho mais novo lhe dera de presente de aniversário uma máquina de lavar roupas, mas que bicho estranho era aquele! Achava muito complicado, colocar sabão aqui, alvejante ali, apertar botões, esse povo de hoje! Tudo que inventam é a base de botões, botão para isso, botão para aquilo, dona Neca, não era mulher de botões, agradeceu, claro, seu filho ficou imensamente feliz por ter podido dar a ela aquela geringonça, dona neca esperava não ter ninguém por perto e lavava suas roupinhas na mão no seu velho e companheiro tanque, onde tantas vezes, chorou, lamuriou a vida, lamentou por tantas...
Agora dona Neca se levanta o sol não lhe permite mais bordar, a agulha calejada ainda repousa no novelo a espera de um novo dia onde dona Neca poderá continuar a tecer sua história, sua vida.
Adriana
terça-feira, 13 de julho de 2010
Macho Man
quinta-feira, 24 de junho de 2010
conversa indiscreta
__ Não tá dando
__ Já experimentou passar um paninho antes?
__ Já, mas ela está resistindo.
__ Quem sabe colocar na chama...
__ Pode ser perigoso.
__ Faz força.
__ Hum Hum
__ Vai vai
__ Pera aí, você ouviu isso?
__ Acho que tem mais alguém aqui.
__ Shimmmmm
__ Deixa eu ver...
__ É mesmo, que cara de pau!
__ Está ouvindo toda a nossa conversa.
__ Será que vai querer comer do nosso palmito?
__ Se conseguirmos abrir o vidro!
Adriana
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Para uma educação de valor
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Momento de criação
sábado, 15 de maio de 2010
vivendo e escrevendo
Nosso momento histórico
Tenta, porém não me ilude:
Tem ofuscado bastante
O brilho da juventude
Pondo o banal como norma
Regente das atitudes.
Já provamos meu Brasil
Que o jovem tem poder
De mudar realidades.
Para isso é só querer.
O jovem tem força e garra
Canais que o faz vencer.
Uma vez que o sistema
Capitalista global
Tem consciência que o jovem
Traz este potencial
Lança ideologias
Baseadas no banal.
Por isso que a juventude,
Com pouquíssima exceção,
Vai trilhando um caminho
Cujo rumo ou direção
É distante dos valores
Que exaltam uma nação.
As drogas, o culto ao corpo,
O apelo sexual
Apresentado na mídia
Como valor principal.
A violência parece
Cada dia mais normal.
Tais valores destorcidos
Vieram em oposição
Ao pensamento que faz
Do jovem um cidadão
Consciente dos direitos
E deveres da nação.
Este jovem consciente
Consome e produz cultura.
Questiona o fazer político.
Pensa de forma madura.
Produzir conhecimento
É sua grande aventura.
Jovem do nosso Brasil
Reconstrua esta história...
Você é nosso futuro.
Preserve a nossa memória.
Você tem todo o poder
De nos trazer grande glória.
Autor: Manoel Messias Belizario Neto
quarta-feira, 31 de março de 2010
Multiplicidade cultural e cidadania
quarta-feira, 10 de março de 2010
Nossa língua, nossa pátria
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Para descontrair
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Um mundo em preto e branco
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Haiti
Adriana
sábado, 9 de janeiro de 2010
Literatura de cordel
Autor: Zé Vicente Muito antes do dilúvio O diretor dos Correios O rato foi nomeado O cachorro era cantor A cigarra muito pobre O mosquito era enfermeiro O diretor do Tesouro A saúva se ocupava O macaco sempre foi O burro, metido a sebo Do Telégrafo Sem Fio A mucura era empregada Dona aranha era modista A guariba era uma negra Por causa dela, uma vez A picota, coitadinha Era o chefe de polícia Guariba foi deportada O jornal intitulado O sobrinho do socó Nessa campanha medonha O porco, então, prometeu Carrapato era fiscal A formiga era sovina Tartaruga, pescadora O tamanduá bandeira E depois que se pegou Naquele tempo existia Cururu era aplaudido Fez uma festa o veado Urubu já nesse tempo A coruja era ama-seca Papagaio era estimado Ia tudo muito bem Pedindo logo a palavra O burro, então, bateu palma O cavalo relinchando Vendo a coisa pegar fogo Havia imensa algazarra Achavam já os grevistas O macaco foi ao mato A raposa convidada Começado o movimento O peru: numa contenda A questão não dava jeito O quati viu-se perdido Não havia mais comida O jacaré, nesse tempo Tubarão, o comandante Já quase desanimando Disse o burro: "Minha gente Pedido o auxílio da onça Tomou conta do governo O resto dos jacarés Já para o fim, dona onça Ao filho do jacaré E subindo para a praia Os conselhos recebidos "A mim ninguém pega assim Voltaram todos os bichos O burro foi processado A raposa era matreira Cada vez a tirania O bode compareceu Todos os bichos fugiram Quando acabou o governo FIM cordel retirado do site: Academia brasileira de literatura de cordel |
domingo, 13 de dezembro de 2009
Músicas natalinas
Oh Senhor, Deus do amor
Pobrezinho nasceu em Belém (x2)
Eis na lapa Jesus, nosso bem
Dorme em paz, ó Jesus
Dorme em paz, ó Jesus
Noite feliz, noite feliz
Eis que no ar, vem cantar
Aos pastores, os anjos dos céus
Anunciando a chegada de Deus
De Jesus Salvador
De Jesus Salvador
Noite Feliz, Noite Feliz
Oh Jesus, Deus da luz
Quão afável é teu coração
Que quiseste nascer nosso irmão
E a nós todos salvar
E a nós todos salvar


